“Deus quer, o homem sonha, a obra nasce”
Em primeiro lugar quero, neste nobre espaço, deixar a minha palavra
de felicitação aos escuteiros do nosso agrupamento 344 nas pessoas dos seus
dirigentes, familiares, amigos e benfeitores.
A minha palavra de estímulo também dirige-se a todos aqueles que
escreveram no sangue e na carne a máxima do poeta Fernando Pessoa: “Deus quer, o
homem sonha, a obra nasce”; e que hoje é bem a alegria estampada no rosto
daqueles que continuam, teimosamente, a sonhar para que as gerações vindouras
possam ter um amanhã melhor.
Caros amigos escutas tende sempre presente, na vossa vida, o ideal
escutista que se traduz, concretamente, na promessa, na lei e nos princípios
para que chegando ao entardecer das vossas vidas possais dizer: “… vivi uma vida
feliz!”, tomando emprestadas as palavras da última mensagem do ‘lobo que não
dorme’.
Nas suas palavras Jesus diz-nos: «Ninguém põe um remendo de pano
novo em roupa velha, porque o remendo puxa parte do tecido e o rasgão torna-se
maior. Nem se deita vinho novo em odres velhos; de contrário, rompem-se os
odres, derrama-se o vinho e estragam-se os odres. Mas deita-se o vinho novo em
odres novos; e, desta maneira, ambas as coisas se conservam». (Mateus 9, 16-17)
É sinal de coragem e, porque não mesmo dizê-lo, de desassombro
levantar uma nova sede de escuteiros em pleno século XXI, com todas as
dificuldades e desafios do nosso mundo de hoje… Que ela seja para todos os que a
usarem uma escola de valores cristãos, formando os homens e as mulheres novos
para um mundo melhor.
Não queria terminar sem deixar uma última palavra de carinho e
apreço ao primeiro assistente do agrupamento, o nosso querido Pe. Benjamim
Raposo que já se encontra no acampamento eterno.
A nossa memória ainda regista, bem viva, o seu exemplo como homem,
sacerdote, pároco, amigo e companheiro na grandeza do seu silêncio e humildade.
A todos um grande BEM HAJA.
Com carinho
O vosso assistente amigo
Pe. Paulo Borges